segunda-feira, 23 de maio de 2011

FILME

Veloces e Furiosos 5 explodem o Rio com ação desenfreada:
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Em 2001, o filme “Velozes e Furiosos” trazia a estrela em ascensão Vin Diesel como anti-herói, muita ação com cenas de corridas e o glamour dos carros “tunados”. Apesar do sucesso nas bilheterias, a franquia foi acelerando com o freio puxado – a sequência imediata não tinha o principal protagonista e o terceiro capítulo se passava no Japão, ignorando os filmes anteriores (exceto pela figuração especial de Diesel nos últimos segundos).
Quando a série parecia estar definhando, os produtores resolveram resgatar o elenco original para a quarta parte, o que ressuscitou o título com um sucesso inesperado e garantiu o quinto filme, “Velozes e Furiosos 5 – Operação Rio”, surpreendentemente ainda mais bem sucedido.

A preocupação dos produtores em agradar aos fãs e manter os motores da franquia roncando foi tão grande que eles trouxeram para esta sequência personagens de todos os filmes anteriores. Além do trio original, composto por Vin Diesel, Paul Walker e Jordana Brewster, voltam Tyrese Gibson, Sung Kang, Chris “Ludacris” Bridges, Matt Schulze, Gal Gadot, Tego Calderón e Don Omar, além de três novidades: o português Joaquim de Almeida, a espanhola Elsa Pataky e Dwayne “The Rock” Johnson.
Com tantos personagens em cena, a solução do roteirista Chris Thompson e do diretor Justin Lin (ambos à frente da série desde o terceiro capítulo) pode, curiosamente, incomodar alguns fãs: este é o filme com menos cenas de perseguições de carros de toda a franquia. O que não quer dizer necessariamente que não haja ação.
A preocupação dos produtores em agradar aos fãs e manter os motores da franquia roncando foi tão grande que eles trouxeram para esta sequência personagens de todos os filmes anteriores. Além do trio original, composto por Vin Diesel, Paul Walker e Jordana Brewster, voltam Tyrese Gibson, Sung Kang, Chris “Ludacris” Bridges, Matt Schulze, Gal Gadot, Tego Calderón e Don Omar, além de três novidades: o português Joaquim de Almeida, a espanhola Elsa Pataky e Dwayne “The Rock” Johnson.
Com tantos personagens em cena, a solução do roteirista Chris Thompson e do diretor Justin Lin (ambos à frente da série desde o terceiro capítulo) pode, curiosamente, incomodar alguns fãs: este é o filme com menos cenas de perseguições de carros de toda a franquia. O que não quer dizer necessariamente que não haja ação.
A falta de grana leva Dom a aceitar um trabalho de roubo de carros de luxo durante um trem em movimento. Algo dá errado e ele descobre que acabou tomando posse de algo que pertence ao mais poderoso criminoso de colarinho branco do Rio de Janeiro, Hernan Reis (Almeida).
O personagem de Diesel descobre que, se conseguir roubar a fortuna do chefão do crime, irá conquistar sua liberdade. E é aqui que “Velozes 5” muda o tom radicalmente em comparação com as produções anteriores, trocando as famosas corridas de carros imponentes por uma trama de assalto a um cofre com um estilo muito, mas muito semelhante a “Onze Homens e um Segredo” (2001).

A quantidade de atores em cena exigiu a mudança de foco dos carros para os personagens, mas faltou combinar com o roteirista, que materializou diálogos bem fraquinhos, além de abusar da falta de verossimilhança. Cada cena de ação vem acompanhada de uma situação impossível, quase surreal, e os personagens mais parecem super-heróis dotados de superpoderes: eles saltam de um carro em queda livre, pulam de barraco em barraco sem se ferir, jamais são atingidos pelos tiros e explosões…
Para se ter uma ideia, a conclusão do roubo orquestrado por Dom e Brian destrói metade da cidade do Rio de Janeiro!
São tantos despropósitos que as cenas poderiam causar risos involuntários, mas o público – e a maior parte da crítica – dos EUA achou o máximo. O sucesso de bilheterias já garantiu a produção do sexto filme da franquia, que tem seu rumo sinalizado na cena pós-créditos da produção.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Inteligência de Mãe

A gente já desconfiava, mas a ciência começa a comprovar: a maternidade torna as mulheres mais espertas, mais eficientes, menos estressadas e profundamente habilidosas para interpretar os sentimentos alheios .
 
A maternidade muda tudo. Muda a perspectiva de encarar o mundo, o casamento, o orçamento, o corpo da mulher. Muda o círculo de amigos, a for ma de trabalhar, o conceito de diversão, o uso do tempo. Mas há mudanças muito mais profundas: vários estudos recentes mostram que a maternidade também reorganiza o cérebro. Para melhor. “Por uma combinação dinâmica de amor, genes, hormônios e prática, o cérebro feminino sofre mudanças concretas e provavelmente duradouras no processo de dar à luz e criar os filhos”, escreve a americana Katherine Ellison no livro INTELIGÊNCIA DE MÃE (ED. PLANETA). Essa jornalista dedicou-se a estudar o assunto após os desafios que encontrou – e superou – ao se tornar mãe de Joey, hoje com 13 anos, e Joshua, 10. Entrevistou centenas de pessoas, entre cientistas e mães, e sentiu-se segura para garantir: “A maioria das mulheres tem potencial para se tornar mais esperta com a maternidade”. Do ponto de vista puramente prático de quem tem filhos, é fácil acreditar nisso: afinal, só um rearranjo cerebral explicaria como conseguimos dar conta de lembrar os horários da natação e de dar remédio, de pagar a perua escolar em dia, comprar presente para a festa do amigo e ainda saber onde foi parar o carrinho laranja favorito (embaixo do sofá). “Ser mãe me ensinou a gerenciar melhor o meu tempo”, afirma a neurocientista da UFRJ Suzana Herculano-Houzel, autora do livro FIQUE DE BEM COM SEU CÉREBRO (ED. SEXTANTE). “Afinal, a única maneira de lidar com todas as tarefas por fazer e ainda cuidar de duas crianças é aprender a priorizar, passando para a frente o que tem que ser feito hoje e eventualmente ignorando, sem remorsos, o que não era tão importante. Meu cérebro aprendeu a lidar melhor com isso.”
A ciência começa a demonstrar o que até então apenas intuíamos. No final dos anos 1990, Craig Kinsley e Katherine Lambert, neurocientistas da Universidade de Richmond, no estado americano da Virgínia, compararam o desempenho de ratas mães com o de ratas grávidas e sem filhos. A missão era desbravar um labirinto para encontrar alimento. Descobriram que o primeiro grupo tem melhor memória e aprende mais depressa: elas chegaram primeiro à comida em 60% das situações, ante 33% das grávidas e 7% das ratas sem filhotes. Por trás do bom resultado das ratas mães, está, acreditam os pesquisadores, um hormônio: o estrógeno. A enxurrada hormonal da gravidez também afeta o cérebro, e há evidências de que o estrógeno estimularia a potência desse órgão. “Do ponto de vista neurológico, o cérebro passa por uma revolução quando a mulher tem um filho”, afirma Michael Merzenich, cientista da Universidade da Califórnia, em São Francisco. “É uma época de aprendizagem e de grandes mudanças induzidas. Acho que não há muitas coisas mais significativas que você possa fazer para o seu cérebro além de ter um filho.” E tem mais: acumulam-se os indícios científicos de que essas melhorias” não se perdem com o tempo – pelo contrário, aguçam-se à medida que criar filhos vai exigindo da mãe habilidades diferentes a cada fase.
Não que ocorra um aumento de QI, o quociente de inteligência. Quem recebe um upgrade com a maternidade é sobretudo a inteligência emocional, conceito disseminado nos anos 1990 para definir a habilidade de lidar positivamente com as emoções. Sabe-se hoje que o cérebro é uma estrutura plástica, ou seja, vai se modificando ao longo da vida à medida que é mais ou menos exigido. E a maternidade é um exercício diário, profundamente repetitivo, de algumas características que compõem o conceito de inteligência emocional, entre as quais empatia, sociabilidade e motivação. Sem falar na eficiência. Leia e reconheça-se.

DIA DAS MÃES !!!

A origem do Dia das Mães;

 

A mais antiga comemoração dos dias das mães é mitológica. Na Grécia antiga, a entrada da primavera era festejada em honra de Rhea, a Mãe dos Deuses.
O próximo registro está no início do século XVII, quando a Inglaterra começou a dedicar o quarto domingo da Quaresma às mães das operárias inglesas. Nesse dia, as trabalhadoras tinham folga para ficar em casa com as mães. Era chamado de "Mothering Day", fato que deu origem ao "mothering cake", um bolo para as mães que tornaria o dia ainda mais festivo.
Nos Estados Unidos, as primeiras sugestões em prol da criação de uma data para a celebração das mães foi dada em 1872 pela escritora Júlia Ward Howe, autora de "O Hino de Batalha da República".
Mas foi outra americana, Ana Jarvis, no Estado da Virgínia Ocidental, que iniciou a campanha para instituir o Dia das Mães. Em 1905 Ana, filha de pastores, perdeu sua mãe e entrou em grande depressão. Preocupadas com aquele sofrimento, algumas amigas tiveram a idéia de perpetuar a memória de sua mãe com uma festa. Ana quis que a festa fosse estendida a todas as mães, vivas ou mortas, com um dia em que todas as crianças se lembrassem e homenageassem suas mães. A idéia era fortalecer os laços familiares e o respeito pelos pais.
Durante três anos seguidos, Anna lutou para que fosse criado o Dia das Mães. A primeira celebração oficial aconteceu somente em 26 de abril de 1910, quando o governador de Virgínia Ocidental, William E. Glasscock, incorporou o Dia das Mães ao calendário de datas comemorativas daquele estado. Rapidamente, outros estados norte-americanos aderiram à comemoração.
Finalmente, em 1914, o então presidente dos Estados Unidos, Woodrow Wilson (1913-1921), unificou a celebração em todos os estados, estabelecendo que o Dia Nacional das Mães deveria ser comemorado sempre no segundo domingo de maio. A sugestão foi da própria Anna Jarvis. Em breve tempo, mais de 40 países adotaram a data.