terça-feira, 26 de abril de 2011

Feira mostra novidades tecnológicas para combater a criminalidade

Equipamentos podem custar de 200 reais a milhares de dólares.
Alguns modelos detectam invasores no escuro e denunciam os roubos.

As câmeras ficaram mais inteligentes. Um dos modelos apresentados na feira registra tudo o que há no ambiente. Se alguma coisa for tirada do lugar, ela manda um recado pra central de segurança.
Outra vai atrás de cada movimento. E tem câmera que é como uma catraca: registra todos os que passam por uma linha invisível.
Você se sentiria seguro tendo por perto um segurança armado em forma de robô? Pois isso já existe. Uma câmera com alcance de oito quilômetros, enxerga no escuro, define o alvo e pode atirar. Mas quem define o momento do disparo é um ser humano, que pode estar em qualquer lugar do mundo. O equipamento é de uso militar.
O equipamento é usado na segurança de presídios, quartéis e vigilância de fronteiras. “É melhor do que um atirador de elite, porque ele não respira, não treme”, diz Celso Fraga, diretor comercial empresa.
A rotina de um condomínio também pode ser totalmente controlada. Quem entra é automaticamente registrado. Serve até pra monitorar filhos adolescentes.
“O morador chega, se identifica na leitora, a cancela vai abrir e ele entra. Automaticamente na portaria aparece a foto, a imagem da câmera para o vigilante identificar quem entrou mesmo e o local onde a pessoa passou. Chega também uma mensagem no celular, dizendo em qual condomínio que entrei”, explica Egas Torres, gerente comercial explica.
Tudo muito moderno, mas sozinhos, nem todos esses olhos eletrônicos são suficientes para garantir a segurança. “Um equipamento isoladamente não faz a solução de um sistema. Por mais que os sistemas possam ficar inteligentes, a gente sempre depende de um profissional treinado pra ter uma reação no momento do alerta”, diz José Danghesi, diretor da feira.

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